Como matar um parque é o outro nome possível para a publicação do colega. A cidade escolheu como matá-la em prol do carro, esquecendo de garantir qualidade de vida para quem nela vive.

quando a cidade era mais gentil

Em abril de 1919 saiu na revista A Cigarra uma pequena reportagem, ilustrada com várias fotos, sobre as obras que a prefeitura estava iniciando na Várzea do Carmo, às margens do Tamanduateí. Desse trabalho, segundo a reportagem, iria resultar “a completa transformação da extensa área que separa o bairro do Braz da parte central da cidade”.

Vale a pena ler um trecho da matéria. Afinal, sempre é bonito ver um parque nascendo:

“A Varzea do Carmo, depois de transformado, tornar-se-á um amplo e bellissimo parque, com capacidade superior á dos maiores das grandes capitaes européas e dispondo de lindas ruas, avenidas, gramados, chalets, gymnasios, theatros, cinemas, rinks, lagos, ilhotas, pontes, etc. E’ uma grandiosa obra moderna, de regalo para o publico (…). Para que os leitores tenham uma idéa do que vae ser esse emprehendimento, basta dizer-se que o famoso Parque de Monceau, de Paris, tem 8 ½ hectares, emquanto…

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